quarta-feira, 28 de julho de 2010

Céu de Brasília

Hoje estive na Esplanada, resolvendo algumas coisinhas.
Eu adoro aquele lugar. Acho os prédios lindos, imponentes, mesmo com aquele concreto todo. Gosto de pensar que naquele momento decisões importantes podem estar sendo tomadas, gosto da energia dali, de ver a revoada dos pombos em frente ao Panteão da Pátria e da Liberdade (que está em reforma).
Um espaço bem democrático, com muitas pessoas engravatadas, muitas mulheres de salto alto (como eu, rsrsrs) e muitos brasileiros comuns, que estão visitando, acampando (como alguns poucos índios que estavam por ali), se manifestando (acho que dá pra ver alguns manifestantes na foto da Catedral) ou simplesmente trabalhando, muitos sem se dar conta daquele céu azul maravilhoso, da brisa fresca e seca e dos monumentos belíssimos que nos rodeavam.
Não resisti e tirei umas fotos! Ficaram minúsculas, porque foram do celular.
Esse meu romance com Brasília não tem nada a ver com culinária, mas me dei o direito de viajar um pouco e publicar isso aqui, embora esse barato de hoje cedo tenha aumentado a minha disposição em caprichar no almoço e passear bem muito hoje à tarde!
Em tempo: não me levem a mal, queridos e queridas leitoras, mas não me contenho! Votem direitinho, por favor! Essa linda cidade não merece a fama que tem, nem nós, brasilienses, merecemos as não raras hostilidades que sofremos o relatar nossa origem.


Linha do equador
Caetano Veloso
Composição: Caetano Veloso / Djavan

Luz das estrelas
Laço do infinito
Gosto tanto dela assim
Rosa amarela
Voz de todo grito
Gosto tanto dela assim
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou minha dor
Minha linha do Equador
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Passa mais além do céu de Brasília
Traço do arquiteto
Gosto tanto dela assim
Gosto de filha
Música de preto
Gosto tanto dela assim
Essa desmesura de paixão
É loucura do coração
Minha Foz do Iguaçu
Polo sul, meu azul
Luz do sentimento nu
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou minha dor
Minha linha do Equador
Mas é doce morrer neste mar
De lembrar e nunca esquecer
Se eu tivesse mais alma pra dar
Eu daria, isto pra mim é viver
Céu de Brasília, traço do arquiteto
Gosto tanto dela assim
Gosto de filha, música de preto
Gosto tanto dela assim
Essa desmesura de paixão
É loucura do coração
Minha Foz do Iguaçu, polo Sul
Meu azul, luz do sentimento blue
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu for, do que sou
Minha dor, minha linha do Equador
Mas é doce morrer neste mar de lembrar
E nunca esquecer
Se eu tivesse mais alma pra dar
Eu daria, isto pra mim é viver

Tirei a letra daqui

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